sexta-feira, 3 de maio de 2013

Art Attack - ou Missão Impossível

Alguém mais aí já assistiu ao Art Attack, aquele programa de artes do canal Disney Junior que se assemelha ao Mr. Maker, do Discovery Kids? Pois eu sempre fui fã do Mr. Maker, aprendi várias coisas com ele e fiz em casa com as meninas. Mas agora, como a Luísa adotou o Disney Junior na TV e abandonou o outro canal, eu gosto de acompanhar esse outro programa, que passa sempre num horário em que elas estão descansando e vendo um pouco de TV. Sempre gosto de me inspirar pra fazer coisas novas com elas.
Pois me digam, só eu que acho impossível tudo o que é mostrado nesse programa? As coisas ficam lindas, mas são pra artista plástico e não pra gente comum!! Os resultados são tão perfeitos que me desencorajam de tentar. Tudo bem, até tiro dali algumas ideias de técnicas pra fazer outras coisas, mas os processos são demorados demais e muito difíceis de serem executados até mesmo por adultos sem grandes habilidades artísticas.
Saudades do Mr. Maker.



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Crianças e suas inseparáveis fantasias

Dona Minnie e Senhora Abelhinha


Se tem situação em que eu me divirto é quando vejo uma criança na padaria vestida de Batman, Homem Aranha,  princesa ou outra fantasia qualquer. Acho que essa é uma das grandes delícias da infância e curto junto com as meninas quando elas ficam zanzando fantasiadas por aí. Elas se sentem tão poderosas, encarnam personagens de verdade, né?
Além das fantasias, que as meninas têm algumas, ultimamente me apaixonei pelas tiaras (ops, mas a paixão não é das crianças? rsrs) . Talvez empolgada pelo livro da querida Silvana Rando, A Tiara da Clara, que conta a história de uma menina que colecionava tiaras e que de repente se encasquetou com uma tiara azul e não tirava mais da cabeça. Recentemente, quando fiz uma viagem para o exterior, trouxe uma mais fofa que a outra: tiara com antena de sapinhos, com antena de joaninhas, com orelha de gatinha e de coelho... Essas coisas me fazem ser criança um pouco também, talvez por isso eu curta tanto. As meninas têm uma coleção e se divertem horrores com essas tiaras.
Essa semana as meninas ganharam umas fantasias deliciosas da Tartar e, como elas são tipo roupa mesmo, com tecido molinho e que não pinica, as duas encasquetaram com essas fantasias de um jeito que eu morri de rir. A Rafaela, vestida de abelhinha, quer usar a roupa de manhã, de tarde e de noite e fica falando "bzzzzzz" pela casa. A Luísa, que já havia me pedido tempos atrás uma roupa da Minnie, está toda cheia de cuidados com medo de se sujar, mas também não tirou mais a fantasia. Na foto, as duas brincando pela casa enquanto eu implorava pra colocarem o pijama (atentem para a Luísa com meu sapato de salto).
Rê Lilata, me lembrei esses dias do André, que não queria tirar a roupa do Homem Aranha.
Tem coisa mais gostosa do que deixar os filhos se transportarem para o mundo da fantasia?? Não tem, né?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Gravidez e birras

Para quem não viu, seguem os links para meus dois últimos posts lá na coluna do Mamatraca no UOL:

Eu não sinto saudade da gravidez

Tragam minha filha de volta!

Aliás, não deixem também de acompanhar por lá os textos das minhas queridas amigas e sócias Anne Rammi e Priscilla Perlatti. Delícia de ler os textos dessas duas. Toda segunda, quarta e sexta, na parte de Gravidez & Filhos.




segunda-feira, 15 de abril de 2013

Mamatraca no UOL

Das coisas que fazem nosso esforço valer a pena!! Estreia hoje no UOL Gravidez & Filhos a coluna Mamatraca.

http://mulher.uol.com.br/noticias/redacao/2013/04/15/uol-estreia-coluna-com-as-maes-do-blog-mamatraca.htm

O texto de abertura é o meu, em que falo sobre o fato de não sentir saudades da gravidez.
Muito feliz com essa conquista. Quando a gente rala mas faz tudo com amor, o resultado vem.




quarta-feira, 10 de abril de 2013

Por uma mãe


Uma mãe de um grupo que eu participo no Facebook publicou esse texto e eu achei tão lindo que resolvi compartilhar aqui. Queria saber quem foi que escreveu essa lindeza que me deixou com olhos cheios de lágrimas. 

Por uma mãe (autor desconhecido)

Ele é o nó no meu cabelo.
O esmalte descascado na minha unha,
as olheiras no meu rosto.
Ele é o brinquedo na gaveta de roupas,
o amassado nas páginas do meu livro,
o rasgado no meu caderno de anotações.
Ele é o melado no controle remoto,
o canal de televisão,
o filme no DVD.
Ele é o farelo no sofá,
As tesouras no alto.
Ele é o backup no computador,
o mouse escondido,
as cadeiras longe da janela.
Ele é a marca de mão nos móveis,
o embaçado nos vidros,
o desfiado nos tecidos.
Ele é o ventilador desligado,
a porta do banheiro fechada,
a gaveta da cômoda aberta.
Ele é o coque na minha cabeça,
o amarrotado nas roupas,
as frutas fora da fruteira,
os panos de prato amarrando os armários.
Ele é o meu shampoo cheio de água,
a espuma no chão do banheiro,
o brinquedo dentro da privada.
Ele é o interruptor nas tomadas.
Ele é o peixe no áquario,
a árvore de natal,
os "pisca-pisca" de todas as casas.
Ele é o círculo, o susto....
A primeira visão da lua no começo da noite....

O valor do trabalho, a vontade de aprender,
a minha força,
a minha fraqueza,
a minha riqueza.
Ele é o aperto no meu peito diante de uma escada,
a ausência de sono diante de uma febre.
Ele é o meu impulso, o meu reflexo, a minha velocidade.
O cheirinho no meu travesseiro,
o barulho,
a metade,
o azul.
Ele é o vazio triste no silêncio de dormir,
o meu sono leve durante a noite.
Ele é o meu ouvido aguçado enquanto durmo.
A minha pressa de levantar da cama,
a minha espera de bom dia.
Ele é o arrepio quando me chama,
a paz quando me abraça,
a emoção quando me olha.
Ele é meu cuidado, a minha fé,
o meu interesse pela vida,
a minha admiração pelas crianças,
o meu respeito pelas pessoas,
o meu amor por Deus.
É o meu ontem,
o meu hoje,
o meu amanhã.
Ele é a vontade,
a inspiração,
a poesia.
A lição, o dever.
Ele é a presença, a surpresa
a esperança.

A minha dedicação.
A minha oração.
A minha gratidão.
O meu amor mais puro e bonito.
A minha vida!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Desculpa, papai do céu

Sexta-feira santa, depois de almoçarmos um espetacular bacalhau com natas, resolvemos caminhar um pouco e, na pracinha perto de casa resolvemos entrar um pouquinho na igreja. Não é algo que temos como hábito frequente em casa, mas de vez em quando passamos pra rezar um pouco e reenergizar.
Daí que entramos, sentamos e a Rafaela logo perguntou se "ia abir ali na frente". Acho que ela pensou que a igreja era um teatro: iluminado, cheio de desenhos no teto e nas paredes, um "palquinho" mais à frente, até que fazia sentido a associação dela.
No meu colo, ela continuou perguntando se já ia começar. Não era hora de missa, então realmente só havia poucas pessoas por ali.
Expliquei pra ela que aquele lugar era uma igreja e que não era um teatro. Que estávamos ali só pra rezar e agradecer ao papai do céu por tanta coisa boa que ele dá pra gente.
Eis que, meio choramingando, em alto e bom som, ela solta a pérola das pérolas, the best ever:

- MAS EU NÃO GOSTO DESSE PAPAI DO CÉU.
   EU SÓ GOSTO DA GALINHA PINTADINHA...

Hahahahahahahahaahahahahahahahaha
Desculpa, papai do céu. Mas essa foi muito boa.


segunda-feira, 18 de março de 2013

Guarda-roupa de bonecas



Adoro esses brinquedos que lembram aquelas bonecas de papel que trocavam de roupa. Uma graça esse lançamento que eu recebi da editora Salamandra, obra da inglesa Bettina Patterson, que combina livro com brinquedo. Além das peças magnéticas de roupas e acessórios que grudam no corpo das bonecas, que ficam em pé, o kit traz dois  livros de história diferentes das menininhas Lili e Bia. Luísa já ganhou uma vez umas bonecas que também tinham roupinhas magnéticas, mas o mais interessante nesse caso é a combinação com os livros, algo que sempre me agrada muito.
Quando a caixa se abre, como dá pra ver aí nessa foto, o livro fica em formato de guarda-roupa, super fofo mesmo, cheio de gavetinhas onde ficam as roupas e acessórios.
Achei que essa combinação dá um ótimo presente. Mas não se engane quanto ao valor, que está mais para preço de brinquedo do que preço de livro. Em uma livraria que eu pesquisei, estava saindo por R$ 65,90.




sexta-feira, 8 de março de 2013

Carreira e maternidade: como eu concilio

Para participar e conhecer os outros textos que participam da blogagem coletiva do Mamatraca, clique nesta imagem. E fique à vontade para roubar o selinho para colocar no seu blog. 



Eu sou jornalista com a maior parte da carreira dentro de redação de jornal. Mas, antes da Luísa nascer, eu estava trabalhando na área de comunicação corporativa de uma empresa do setor financeiro. E ritmo de empresa é bem diferente do ritmo de redação, ao qual eu estava acostumada. A pressão é maior, o ambiente é mais cruel, os horários são mais puxados.  Quando ela nasceu, minha cabeça e minhas prioridades começaram a mudar (o que acontece com 100% das mães que eu conheço). Como meu marido poderia segurar a onda das finanças da casa, conversamos muito e eu decidi dar um tempo àquela rotina pesada. Quando terminou a minha licença-maternidade no trabalho, resolvi não voltar. Pedi demissão e montei um escritório em casa.

Lógico que não foi uma decisão fácil, porque sempre fui uma mulher muito independente e não saberia o que aquela decisão iria me custar exatamente. Queria ter mais flexibilidade, mas não me via sendo dependente totalmente do meu marido. Mas, como ele tem um ritmo louco no trabalho, inclusive com muitas viagens, achamos que seria melhor que um dos dois tivesse um pouco mais de tempo, pelo menos nos dois primeiros anos da Luísa. Não seria justo que nossa filha praticamente só nos visse nos finais de semana. Tenho a sorte de atuar em uma profissão que permite trabalhar em casa, então resolvi arriscar. Assim teria mais tempo, porém não ficaria sem trabalhar (acho que ser 100% mãe-dona-de-casa me deixaria infeliz).
Confesso que no começo a adaptação não foi fácil, especialmente porque eu sentia falta de conversar, interagir com as pessoas. Mas depois fui me acostumando ao ritmo, marcando alguns almoços fora, saindo de vez em quando de casa. E, sob esse aspecto, hoje lido muito bem. O próprio blog (que eu criei naquela época) e as redes sociais me ajudam muito no quesito companhia.
Quanto à presença da Luísa, cada fase da criança causa um impacto diferente. Quando ela era menor (até 1 ano e meio) e exigia presença constante ao lado dela, era mais complicado. Especialmente quando eu tomava cano da babá e tinha que ficar sozinha com ela. Era muito difícil trabalhar e fazer minhas entrevistas por telefone. Eu fazia quando ela estava dormindo, mas nem sempre o entrevistado resolve retornar a ligação no momento que você gostaria. Ter uma babá ou empregada que fique com a criança foi fundamental pra conseguir trabalhar em casa, inclusive para eu poder sair quando tenho reuniões fora. Eu fiz um projeto de consultoria, por exemplo, em que passava parte do dia fora durante uns três meses. Mas podia voltar antes do horário de pico do trânsito, olha que beleza.
Já passei muitos apertos quando ela era pequena. Já dei entrevistas com ela pendurada na minha perna, já fiquei mil vezes sem graça por ter que explicar ao entrevistado que o que ele estava ouvindo era mesmo um bebê chorando. Mas tenho visto que o home office é cada vez mais aceito, acho que o preconceito tem diminuído bastante.  Agora, se alguém tem preconceito e vai achar que meu trabalho é pior por causa disso, paciência!
Depois a Luísa cresceu e ficou mais compreensiva, respeitando mais meu espaço (apesar de aparecer hora ou outra no escritório querendo que eu brinque com ela). Quando tenho uma entrevista importante e ela está em casa, converso com a babá e peço pra ela ficar com a Luísa bem longe do meu escritório e tudo corre bem. Ela respeita se a porta do escritório está trancada e fica quietinha se eu estou fazendo entrevista. O fato de ela passar a tarde na escola e ter outras atividades pela manhã também ajuda.
Com o nascimento da Rafaela, mantive o mesmo esquema. Até porque profissionalmente ele também tem dado super certo e fiz muita coisa bacana (e variada) nesse período. Acho que foi mais fácil administrar agora com ela, porque eu já tinha a rotina estabelecida em casa. Funcionou super bem.
Aprendi também a me disciplinar melhor, o que não é muito fácil em home office.  Meu pico de rendimento se dá no final da tarde, o que coincide com a chegada da Luísa da escola. Durante um período, eu continuava trabalhando e ela ficava com a babá quando chegava. Mas depois me dei conta que esse era um momento em que eu precisava ficar com ela, e que teria de me ajustar. Especialmente depois que a Rafa nasceu. Passei a largar tudo quando ela chega da escola e este é um momento em que fico só com as duas. Só trabalho se for algo realmente com prazo urgente de entrega.
Encontrar um equilíbrio nesse modelo é um desafio constante.  Aos tropeços e acertos, acho que tenho evoluído à medida que o tempo passa.

Lá atrás recebi algumas propostas para voltar ao mercado, mas avaliei a situação e optei por manter meu esquema por mais um tempo. 
Agora, este ano, estou entrando em uma nova etapa. A Rafaela também começou a ir para a escola, e eu passo todas as tardes sozinha em casa. Comecei a pensar na possibilidade de voltar a ter um trabalho fora. 
Mas tenho certeza do que não quero: não topo encarar um trabalho que me faça ficar enclausurada das 8h da manhã às 9 da noite. Se eu resolver encarar esse retorno ao mercado, será em um modelo que me permita ver minhas filhas e estar presente. 


Aqui nesse post já falei em maiores detalhes sobre a experiência em home office.

*Esse post é uma adaptação do texto que fiz para o Mãe de Duas.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Juro que não foi marmelada

Hora de fazer o sorteio da casa de papelão da Ludiks, oferecida pelo site de compras Casaquetem. Arrumei a tabela com os nomes inscritos, excluí os repetidos e considerei apenas os nomes válidos enviados até o dia 25, conforme anunciado. 
Daí botei os dados lá no Random.org, método que sempre uso nos meus sorteios, e fui correndo pra lista ver quem ganhou. Sempre fico curiosa e, no fundo, torcendo para ser alguém que esteja sempre por aqui. Daí, escuta só, deu 19. Vou lá e simplesmente 19 era o número da Anne - para quem não conhece, é essa moça linda com quem trabalho nesse site maravilhoso. 
Pensei: putz, vão falar que é marmelada. 
Mas ó, quer saber? Não tem nada de marmelada, o sorteio foi absolutamente legítimo (a auditoria da família Lippi pode confirmar) e quem vai usufruir da casa de papelão super bacana são os gostosos do Joaquim e do Tomás. Mais do que merecido!!! Parabéns, sua linda, a casa é sua!!







quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Quer ganhar uma casa de papelão?

Faz bastante tempo que eu não faço sorteio aqui no Projetinho, até porque sou bastante restrita a isso, mas desta vez surgiu uma oportunidade irresistível.  Descobri que a Luisa Jock, amiga em comum de uma pessoa muito especial, lançou uma loja virtual descoladérrima há dois meses chamada Casaquetem, um grupo de compras que vende achados incríveis de decoração e design pela internet com grandes descontos. Juro, a loja é muito legal mesmo, super recomendo.
Eu, como adoro essas coisas de design e decoração e especialmente um bom desconto, fiquei doida com tanta coisa linda!! Uma das campanhas que está no ar esta semana é a de brinquedos educativos da Ludiks, que usa papelão como matéria-prima. Os brinquedos estão com até 45% de desconto. Essa campanha fica no ar só até o dia 25, aproveitem!



Agora, a melhor notícia: A Lu ofereceu uma casa dessa aqui em cima (que criança - e que mãe - não pira???) pra sortear aqui no blog!! É ou não é demais?
Para participar são três regrinhas bem simples:

1. Preencher esse cadastro com seus dados abaixo
2. Ser seguidor aqui do blog
3. Curtir a página da Casaquetem no Facebook - https://www.facebook.com/casaquetem

O sorteio será realizado na quarta-feira que vem, dia 27. Só vale para residentes no Brasil. A entrega é de responsabilidade da Casaquetem.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Dica de vídeo infantil

Vídeo bem bonitinho pra criança pequena que descobrimos no YouTube (aliás, este é um assunto sobre o qual volto em breve pra falar). Na verdade o clipe não tem nada demais, mas a música é uma graça.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Back to reality

Voltei de merecidas férias!! E como estão vocês? Aproveitaram o carnaval? Tô com alguns posts engatados pra escrever, mas vão me levar algum tempo e preciso colocar a vida em ordem antes disso. Essa semana tem muita novidade acontecendo por aqui e preciso me concentrar: Rafaela começa na escolinha (ai, senhor), Luísa começa no ballet (sim, ela desistiu da natação e desta vez eu acatei os pedidos dela) e eu tenho mil coisas atrasadas de trabalho pra colocar em ordem.
E pra começar bem a semana, compartilho aqui um vídeo fofo com erros de gravação do Mamatraca (só das últimas semanas, porque se fosse desde o início do site seria um longa metragem). Aliás, vai ter Tricô ao Vivo de novo esta semana lá no site (e desta vez estarei lá), acompanhem as notícias pelo Facebook e participem com a gente, vai!
Beijos e boa semana!! (e vejam a fofa da Rafa vestida de Branca de Neve nesse vídeo fugindo da gravação!!)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

E eu quase briguei na pracinha

Se existe um lugar onde são escancaradas as melhores e piores características da maternagem é a pracinha, não é não? Acho que eu poderia escrever um livro de causos que já vivenciei e ouvi falar que aconteceram nas pracinhas por aí. Excelente lugar para as crianças brincarem e para as mães se irritarem.

Domingo estava eu em uma pracinha alheia, em outra cidade, brincando com as meninas. Enquanto meu marido estava num brinquedo com a Luísa, eu fui ao balanço com a Rafaela. Era um balanço para crianças menores e que tinha um encosto, que achei ótimo para equilibrar. A corrente que prende a criança na frente estava quebrada naquela balança especificamente, mas a Rafaela já é mais do que gato escaldado dos parquinhos e não me importei.
Fui lá balançar a pitoquinha, que já está com dois anos e meio, afinal.
Daí vem outra mãe, toda neurótica, me alertando que a corrente estava quebrada.
- Ok, eu respondi. Não tem problema, ela está acostumada.
E continuei a balançar Rafaela calmamente. A balança estava um pouco torta, então o vaivém ia um pouco em diagonal, mas nada fora do normal.
Daí olha só: essa outra mãe se aproximou de mim, pediu licença, TIROU AS MINHAS MÃOS da balança e segurou na balança da Rafa com as duas mãos. Puxou a Rafaela para trás no assento da cadeira e começou a empurrar a Rafa, segurando nas laterais. Então veio me explicar:
- Olha, pra balançar você tem que segurar assim, com as duas mãos, para dar equilíbrio e a criança fica mais segura.

Eu respirei fundo, olhei pra cara da mulher e não disse nada. Peguei a balança de volta e continuei empurrando apenas com uma mão, como eu estava fazendo antes. Fiquei muuuuuito engasgada com vontade de mandar a mulher praquele lugar. Ensinar para uma mãe de duas filhas como se empurra num balanço de parquinho é de matar, não é??

Só olhei pro lado e reparei nessa mãe e no pai com o filho (maior que a Rafa) na balança ao lado, tratando o menino feito um bobo na balança, como se aquilo que estávamos fazendo fosse o programa mais perigoso do mundo. Fiquei foi com pena do filho dela, que não deve nem conseguir subir sozinho no escorregador.

Agora que a bichinha foi ousada em tirar minha mão da balança pra me ensinar a empurrar minha filha ela foi, não? Tenho umas amigas mais esquentadas que teriam mandado essa mulher tomar no c*.




quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

E eu amarrei a chupeta na cama... de novo


Quem me acompanha há tempos deve se lembrar do perrengue que foi pra tirar a chupeta da Luísa. Contei a história aqui nesse post. E o fator decisivo no processo de retirada definitiva da chupeta dela, aos 3 anos e meio, foi quando amarrei a chupeta na cama depois de ter visto uma dica no blog da Letícia.
Rafaela também usa chupeta e, assim como a irmã, nesta fase começou a se apegar demais, querendo ficar com ela não só à noite mas durante o dia também. Toda vez que era contrariada, pedia chupeta. Cansada, pedia chupeta. E sabe quando você está com preguiça de ver criança fazendo birra e acaba cedendo para acalmar? E com isso a coisa vira uma bola de neve.
Mas percebi que estava passando dos limites e agora, com 2 anos e meio, estava na hora de reduzir o uso da chupeta da Rafa. Não queria cortar radicalmente ainda, mas pelo menos tirar esse hábito de usar de dia. E aí resolvi usar a mesma tática que fiz com a Luísa.
Domingo acordei com essa ideia e fiz. Escondi todas as chupetas da Rafaela em um lugar novo (porque o esconderijo anterior ela conhecia) e deixei uma única disponível, amarrada em um barbante na grade da cama dela. Expliquei novamente que a chupeta tem que ser usada só para dormir mas que, se ela sentir vontade durante o dia, que ela pode ir até o quarto e chupar o quanto quiser. É uma maneira de cortar o hábito sem deixá-la desamparada emocionalmente em relação ao seu pequeno vício.
Obviamente ela chorou na hora que me viu amarrando, sentiu que estava perdendo alguma coisa, mas a adaptação foi incrivelmente rápida. Desde então, ela simplesmente parou de pedir. Raramente dá um pulinho no quarto dela pra dar uma chupetadinha e logo solta pra brincar.
Com isso ela está falando mais, fazendo menos manha e reclamando menos. Quando a Luísa parou de chupar chupeta durante o dia, em menos de um mês os dentes dela já tinham melhorado muito e acho que com a Rafa também deve dar uma boa melhorada também nessa separação que a chupeta causa na dentição.
As regrinhas são:
- O barbante não pode ser curto demais a ponto de a chupeta ficar torta na boca e piorar para os dentes e nem longo demais a ponto de correr risco de enrolar no pescoço. O ideal é que ele vá até pouco mais que o meio da cama.
- Depois que amarrou, o ideal é tentar não dar mais a chance de a criança andar com a chupeta na mão durante o dia, para não regredir novamente. Desde o dia em que amarrei, não levei mais chupeta quando saímos de casa e ela simplesmente não pediu. Agora dorme no carro sem pedir "pepeta".  O máximo que faz na rua, quando está com sono, é pedir pra ir pra casa. Engraçado como essa chave virou rapidinho na cabeça dela.
- O fato de estar disponível no quarto dela de certa forma dá a ela uma certa tranquilidade, porque ela vai lá a hora que quer sem precisar pedir e sem ninguém ficar tentando tirar da boca dela. Ali na cama dela pode a hora que quiser. Só que ela não consegue ficar muito tempo ali, então acaba sendo só mesmo um escape emocional. Em coisa de segundos ela já larga correndo pra brincar.
- Vou viajar amanhã e vai ser um teste. Vou levar a chupeta mas vou repetir o modelo daqui. Ela vai ser amarrada na cama do hotel e só, não é para ser usada nos passeios durante o dia.


Depois volto pra contar como a coisa está desenrolando no médio prazo, mas os primeiros dias foram bem-sucedidos por aqui.  Impressionante como essa dica me ajudou aqui em casa.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Como ela cresceu...


Depois que tiramos essa segunda foto, agora recentemente, nos lembramos da primeira vez que a Luísa entrou numa piscina, no registro aí acima, cerca de cinco anos atrás. Engraçado como as fotografias são parecidas. A bóia amarela e o sorrisão de quem sempre foi doida por uma água.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Artista de videoclipe



Descobrimos um aplicativo de iPad e iPhone que dá pra fazer videoclipes em casa de uma forma super simples, virou diversão da criançada e vale como uma boa dica de distração nas férias quando está aquela chuvona lá fora e já se esgotaram as ideias de brincadeira. Fica igualzinho aqueles vídeocipes meio toscos de artistas iniciantes que passam em canais de música, sabe? rsrs Tem uns efeitos bem divertidos.
O programa se chama Video Star e é bem fácil, quem mexe nele é a própria Luísa (ela conhece melhor do que eu o aplicativo, diga-se de passagem, achei que ia demorar pra minha filha me ensinar as coisas).
Vou colocar um vídeo aqui feito por ela, por isso não está com acabamento perfeito e nem essa é a ideia, porque aqui o que vale é a brincadeira (ela me deu o iPad pra filmá-la e falou pra eu apertar os botões de efeitos que ela queria). Nesse aplicativo, você escolhe a música da sua própria playlist do iTunes - minha filha linda escolheu uma versão de Maria Maria da Elis Regina desta vez - e a música toca enquanto você vai fazendo a filmagem, por isso simula o efeito da dublagem pra fazer o videoclipe. E aí você vai selecionando os efeitos que quer. (ainda não aprendi a editar o título como vocês podem ver no vídeo rsrs)
O que ela e a Rafa mais adoram é fazer clipe quando a gente está na cama de pijama - momento super apropriado, quando estamos bem produzidos, eu super maquiada e de cabelos arrumados, sabe? Portanto, meus clipes são vetados de aparecerem por aqui.


https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=VBXOZqSAIpo#!

(não consegui embedar o vídeo aqui no post, então copiei o link)


Nota: Isto não é um publieditorial, antes que me perguntem. É apenas uma dica. Até porque se fosse publieditorial o vídeo teria que ser mais caprichado, né? rsrs

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Já não sou mais a mesma

Eu já fui uma blogueira bem melhor, né? Escrevia mais, dificilmente deixava um dia útil sem postar. Desde o ano passado, porém, não estou mais tão certinha como antes. Poderia dizer que é por falta de tempo. Tá certo, o tempo é corrido, mas no fundo sempre foi. Acho que a inspiração pra escrever é que vai diminuindo. As crianças vão crescendo, a experiência e as inseguranças reduzem um pouco. A blogosfera toda mudou, pra falar a verdade. Acho que todas as blogueiras da minha geração estão passando por algo semelhante, muitas delas já fecharam seus blogs ou raramente aparecem pra dizer um oi. Cada uma com seus motivos. Dá uma certa preguiça, algumas pessoas devem me entender. Até porque são quase cinco anos de blog, é tempo pacas.

Às vezes penso se não chegou a hora de encerrar meu ciclo por aqui. Depois acontecem coisas que me dão vontade de registrar, dicas que tenho vontade de compartilhar. Tenho exposto menos minha vida pessoal e as histórias das meninas, mas gosto de dar dicas de programas, livros e atividades legais pra fazer com crianças. Crise de identidade bloguística, talvez.

Não consigo abandonar isso aqui, não tenho coragem. Mas devo explicar essa minha inconstância: ora escrevo todo dia, ora fico tempos sem escrever ou sem fazer grandes reflexões. Sim, tenho preguiça de fazer grandes reflexões às vezes. Assim como de vez em quando fico feliz em ter esse espaço pra poder explodir e falar tudo o que penso, fazer minhas críticas. Não quero ser obrigada a nada, não quero ser rotulada de nada.

Só quero fazer o que me dá prazer. Enquanto me dá prazer. E ter a liberdade que eu sempre tive por aqui. Que me permite, inclusive, essa inconstância. Beijo beijo.



segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Aventuras gastronômicas



Excelente dica de livro para mães de primeira, segunda e terceira viagem que querem aprender a fazer uma boa introdução dos alimentos aos seus bebês. Recebi um exemplar da própria Patricia, a autora, que eu conheci em um evento em São Paulo e muito querida me mandou o livro autografado e tudo. Gostaria muito de ter lido um livro como esses lá quando estava grávida da Luísa!
A Pati é nutricionista e mãe, e montou um livrinho quase de bolso muito fácil de ler e consultar. As receitas são fáceis, com ingredientes brasileiros, e ela aborda também outras questões que envolvem a alimentação como armazenamento, acondicionamento, orgânicos e a própria introdução aos sólidos após o aleitamento materno exclusivo.

Aqui copio a dica de um suco que fiquei com vontade de fazer pra mim:

Suquinho amarelinho:

1 colher de sopa de cenoura ralada
suco de 1 tangerina
suco de 1 laranja-lima
água de coco

Bata tudo no liquidificador e passe pelo coador.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Livros para crianças de 2 anos

Muita gente me pergunta sobre dicas de livros para crianças na faixa de dois anos. Esta não é uma idade em que as crianças conseguem se concentrar por muito tempo em histórias mais longas, mas elas já começam a se interessar por livros de uma forma diferente do que aqueles livrinhos só de figuras.
Então vou dar uma dica que não é muito conhecida e não fica em destaque nas livrarias, e que descobri por acaso. Já há um bom tempo o grande sucesso com a Rafaela aqui em casa é a coleção Ache o Bicho, uma série da editora Cosac Naif. Temos aqui o "Mamãe, Papai", "Está na Hora de Comer", "Futebol, Tênis..." e "Correndo a Todo Vapor", todas do autor Svjetlan Junakovic. Eu comprei em uma super promoção no site da editora no ano passado, tudo pela metade do preço. Esses livros, que já ganharam prêmios da FNLIJ como melhores livro-brinquedo, têm um formato diferente, são compridos, e as folhas vêm dobradas. O que eles chamam de "brinquedo" está apenas na montagem das ilustrações e na continuação da história, que começa numa página e a ela precisa ser aberta para ter a resposta, a partir da continuidade da ilustração (tentei escanear abaixo, não sei se dá pra entender). Ao todo são seis livros, que relacionam bichos conhecidos (e alguns não tão conhecidos dos brasileiros) a temas como esporte, comida, família, meios de transporte, instrumentos musicais, etc.
No começo achei que tinha exagerado ao comprar tantos, mas a Rafaela ama todos eles, e todas as vezes eu tenho que ler pelo menos dois ou três de cada vez. Ela adora que eu comece a história e ela termina dizendo o nome do bicho. Gosto do vocabulário desses livros, que não é tão óbvio quanto o que costumamos encontrar em livros para essa faixa etária.
"Quem é que pula esfomeado de galho em galho? É o esquilo!"
"Na rede de vôlei eu me sinto em casa, garante a... aranha"
"O filhote de bico preto e olhos espantados ainda não sabe... que será um cisne branco"
A página dobrável da direita fechada

A página dobrável da direita aberta dá continuidade à história,
mudando completamente a ilustração

Acho o preço desses livros um tanto caros - R$ 42 no site (link aqui) na data de hoje, mas ainda assim considero uma boa indicação para crianças nessa idade. E vale ficar de olho para a grande promoção no site da editora Cosac Naify, eles costumam ter ótimos livros infantis, vale a pena aproveitar. Aliás, vale ficar de olho nessa época do ano no site de todas as editoras e livrarias.
Aproveitem os saldões de início de ano pra comprar livros infantis, as pessoas costumam se esquecer que esta é uma excelente oportunidade!!!

- Para quem procura boas indicações, aqui nesse link tem várias dicas de livros infantis que já publiquei aqui no blog
- E aqui tem uma outra seleção super legal de livros indicados para essa faixa etária dos 2 anos (é um site que recomendo e onde busco sempre referências). Temos quase todos dessa lista aqui em casa - mas na verdade a Luísa só começou a se interessar por eles mais perto dos 3 anos do que dos 2.

Beijos e um feliz 2013 pra todos!!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Natal, mundo real e minhas pequenas férias

Eu estou em débito, eu sei. Estou com saudades daqui e de vocês.
Mas também estou precisando de férias, de um bom recesso. Muita coisa acontecendo e preciso dar mais atenção ao meu mundo real.
Então vou me dar ao direito de tirar férias do blog um pouquinho nesse fim de ano, tá?
Enquanto isso, desejo que vocês tenham um Natal muito especial, rodeado de muito amor e pessoas queridas, e que 2013 venha com tudo, só com boas energias e muito sucesso. E saúde pra dar e vender.
Um beijo grande meu e das meninas!!
Roberta, Luísa e Rafa