terça-feira, 31 de julho de 2012

A Fátima e o Fabinho

Priscilla, Fátima, eu e Anne. Só faltou Carol pra ficar perfeito.


Para quem não viu a entrevista ao vivo, aqui seguem os links para as duas partes:

Bloco 1
Bloco 2

O que eu tenho a dizer sobre isso é:

- Foi uma experiência incrível. Uma prova de que todo o trabalho e dedicação que estamos entregando de corpo e alma ao Mamatraca está valendo a pena. Ver o programa da Fátima Bernardes mostrando nosso site daquela forma e nos apresentando como conselheiras preferidas de muitas mães foi de emocionar e só por isso já teria valido a pena. Superou nossas expectativas. Tá certo que minha posição no palco não foi muito confortável, porque eu estava atrás das pessoas e não estava na linha de visão da Fátima, eu tinha que me entortar pra ela me enxergar. Mas acho que no geral deu tudo super certo.
- A Fátima é uma fofa, uma querida, uma pessoa que merece muuuito sucesso nesse programa. Equipe altamente atenciosa com a gente, foi mais uma vez surpreendente.
- Foi legal andar naquele carrinho do Projac que aparece no Video Show e ver os estúdios da novela. Dei até um tchauzinho pra Carminha quando passei em frente ao estúdio de Avenida Brasil.
Oi Carminha!


Tietando o fofo do Martinho


- E ainda, pra fechar o dia com chave de ouro, ainda voo de volta para São Paulo com o Fabio Assunção, ex-amor da minha vida. Minhas amigas (e até meu marido) sabem o quanto eu era apaixonada por ele. Não sei o que me deixou mais nervosa, se foi a Fátima ou se foi ele rsrs.
Olha ele ali, sentadinho esperando o voo.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Meu encontro com a Fátima Bernardes


Para tudo que você tá fazendo e liga a televisão porque hoje eu estarei ao vivo no programa da Fátima Bernardes junto com minhas sócias no Mamatraca Anne e Priscilla!! (ai que nervo)
Fala se não é chique?!!
O programa vai ao ar das 10h30 às 12h. Em algum momentinho a gente aparece por lá. (ai que nervo)
Vai, liga lá a TV e assiste a gente!! E acompanhe os bastidores pelo Twitter e Facebook do Mamatraca.
Afinal, não é todo dia que se aparece ao vivo na Rede Globo, né gentchy?!!! (ai que nervo)
Depois eu organizo a fila de autógrafos.
E quem quiser falar comigo, pode procurar meu empresário.
(sucesso subindo a cabeça)
Ai que nervo.





quinta-feira, 26 de julho de 2012

Mistura explosiva

CRIANÇA CANSADA + COM FOME = TRINTA MINUTOS DE ESCÂNDALO PORQUE EU COLOQUEI MUITO ARROZ NO PRATO DELA.

Fim


Minha personal stylist

Se eu gosto de me arrumar, mas estou bem longe de ser uma louca por moda - ou uma fashionista -, Luísa parece ter ido para outro caminho. Como um bom exemplar do signo de leão, ela é extremamente vaidosa e demora um tempão para se arrumar.
Aliás, este já foi motivo de muita briga em casa: Luísa querendo escolher as roupas de combinação mais absurdas e eu brigando sério com ela porque ficou horrível.
Por isso, o desafio da Royal esta semana me colocou numa fria: ela teria que escolher o MEU figurino. Queria só ver a combinação que ela iria inventar pra mim - e o pior é que eu prometi que sairia de casa com a roupa que ela escolhesse.
Mas dei sorte num ponto: o leque de opções dela era bem mais limitado porque estávamos viajando de férias e o limite era o que estava dentro da minha mala. Sem riscos de escolher alguma combinação esdrúxula demais.
A brincadeira veio perfeitamente a calhar num momento de caos familiar em que a Luísa chorava porque não queria tirar o pijama para sair. Joguei a ideia e ela gostou tanto da brincadeira que inventou outra para complementar: eu teria que me trancar no banheiro enquanto ela escolheria e esconderia a roupa e acessórios que eu iria usar. 
Fiquei procurando pelo apartamento e ela me dando as pistas se estava quente ou frio. Achei tudo no cantinho do armário.
E a surpresa é que a escolha do shorts e da camiseta foi absolutamente apropriada para a ocasião: um passeio pela cidade. E o acessório que ela escolheu - um broche de tecido em forma de flor - deu um toque moderno ao figurino junto com a sapatilha vermelha. Adorei e ela ficou se achando a minha personal stylist - o que é um perigo, porque na próxima vez posso ter que sair de casa parecendo uma maluca. 


*#Desafio 10 - Esse texto faz parte do desafio “100 Coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam”, proposto pela Royal, do qual eu estou participando ao longo de 20 semanas. Também estão participando os blogs @pontecialtweet @avidaquer @blogcoisademae @dica_de_mae e @cozinhapequena

terça-feira, 24 de julho de 2012

O que é "guei"?

De repente, no meio de um passeio:

- Mamãe, você sabe o que é "guei"?

Pausa.

- Oi? Sei sim, filha.

E eu já ia respondendo pra ela que gay eram pessoas do mesmo sexo que namoravam e blablabla, quando tive a ideia brilhante:

- E você, Luísa, sabe o que é?

- Sei! É portão, em inglês!

(hahahahahaha ela tinha me perguntado o que era "gate" e não "gay")


domingo, 22 de julho de 2012

Homenagem a uma grande amiga


Ela foi minha estagiária. Minha primeira funcionária. Uma pessoa que eu ajudei a formar profissionalmente, que eu acompanhei, protegi, corrigi, chamei a atenção quando preciso, defendi, promovi. Mas, mais do que tudo, ela se tornou uma amiga. Em quatro anos de intensa convivência, sentadas lado a lado e sabendo tudo uma da vida da outra, impossível não ficar absolutamente próximas.
Ela era absurdamente inteligente. Menina ainda, na época, com 23 anos, já tinha viajado para vários países do mundo, falava um inglês perfeito, conversava sobre história, política, geografia, cultura, filosofia, antropologia e qualquer outro assunto que surgisse - especialmente se fosse numa mesa de bar, coisa que ela mais gostava. Doce. Querida, querida de tudo. Acho que ninguém se lembra dela sem ser com um sorriso largo no rosto.
Quando a Luísa nasceu, ela foi a primeira pessoa do trabalho para quem telefonei. Liguei ainda da sala de parto, pedindo que ela avisasse a turma. Ela acompanhou todos os passos da minha gravidez e, depois que saí do trabalho, continuou acompanhando por telefone, encontrando de vez em quando e especialmente frequentando esse blog. Ela comentava sempre. E, mesmo não sendo mãe, dava opiniões pertinentes de filha e de alguém que pretendia ser mãe em breve - há alguns anos havia encontrado o amor da sua vida lá na Irlanda. Um cara bacana que só.
Foi ela quem me ajudou a escrever, em formato de rima, o livrinho que eu fiz quando a Rafaela nasceu. Fez Letras na USP, a danada, e tinha vontade de escrever livros infantis.
Eu às vezes a criticava por seu jeito quase irresponsável. Ficava, como se fosse uma mãe, pegando no pé dela. Achei estranho quando, aos 27 anos, ela resolveu tirar um "sabático" e passar um pouco mais de um ano viajando pela Europa. Eu pensava que, nessa idade, ela deveria estar por aqui trabalhando e tentando se estabelecer profissionalmente, já que nunca definia direito o que queria fazer da vida. Ela apenas aproveitava. Quando não estava gostando mais, mudava de planos.

Há duas semanas, depois de uma crise de asma, ela simplesmente perdeu os sentidos e não voltou mais. A Cissa faleceu aos 31 anos. Um choque.
Eu fiquei em frangalhos e ainda não consegui me recuperar direito. E me dei conta do quanto ela estava certa em aproveitar a vida. Uma vida curta, mas muito intensa, linda, divertida, cheia de amigos.
Não paro de pensar na fragilidade da vida. No quanto estamos aqui num dia e de repente podemos não mais estar no outro. Sendo mãe, esse pensamento é mais doído e mais profundo.
Só me resta acreditar com todas as minhas forças que todo mundo está nessa vida cumprindo uma missão e que ninguém vai antes da hora.
Mas hoje queria deixar aqui registrada a minha homenagem à querida Clarissa, a Cissa, minha amiga e parceira que acompanhou o Projetinho de Vida desde o primeiro post. Obrigada, Cissa, por me ensinar tanto sobre a vida - e olha que eu achava que estava te ensinando, veja bem como a gente nunca tem certeza do que é realmente o certo.
Saudade infinita.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Talento e brilho nos olhos


Meu marido pratica natação e tempos atrás descobrimos um projeto esportivo incrível, chamado Talentos do Capão, que oferece treinos de natação a meninos e meninas do bairro do Capão Redondo, em São Paulo. Para quem não conhece, esta é considerada uma das regiões mais violentas da cidade. Mas tem muita, mas muita gente boa lá dentro.
Tocado por um grupo de voluntários com muita seriedade, os garotos do Talentos treinam durante a semana nas piscinas dos CEUs (Centros Educacionais Unificados) e aos finais de semana na represa de Guarapiranga, e têm conquistado títulos e mais títulos em travessias aquáticas pelo Brasil afora graças ao apoio de pessoas físicas e empresas. Meu marido ficou doido quando soube desse projeto e foi lá conhecer o projeto de perto. E nadou com os meninos na represa.
Duas semanas atrás, aconteceu na cidade a Virada Esportiva e foi realizada uma travessia aquática na Guarapiranga. O Luiz fez questão de se inscrever junto com os meninos do Talentos do Capão e foi lá nadar com eles naquele lindo domingo de sol. Eu e as meninas fomos também para conhecer o projeto e torcer pelo marido/pai.
O meu desafio esta semana era praticar uma boa ação junto com as crianças. Uma forma de retribuir e aprender que fazer o bem faz bem.  E casou perfeitamente com o final de semana da virada que acabara de acontecer.

Expliquei para as meninas, especialmente para a Luísa, que é mais velha e já entende melhor, o que era aquele projeto e porque estávamos ajudando aquela turma. E foi tão legal, tão especial, que saímos de lá cheias de vida. As meninas adoraram. Ficaram lá no meio da turma, assistindo a competição e torcendo pelos meninos do Talentos do Capão. Filmaram, fotografaram, vibraram não só pelo pai, mas por cada um dos garotos do grupo que chegava. E ficamos para ver todos eles recebendo as medalhas.


Elas viram que, para ajudar, muitas vezes basta estar ali, mostrando que somos todos iguais. Que aquela simplicidade e naturalidade representa muito mais do qualquer outro passeio que pudéssemos fazer.  
Foi uma satisfação incrível não apenas por estarmos apoiando e ajudando, mas por vermos o talento e o brilho nos olhos daqueles meninos que podem estar, com esse projeto, se livrando de um destino trágico. E, por outro lado, também tivemos uma receptividade maravilhosa, um acolhimento carinhoso da equipe e dos meninos e meninas do Talentos, que enxergaram naquela nossa presença muito mais do que apenas um cheque. O melhor exemplo que poderíamos dar para as nossas filhas. 


*#Desafio 9 - Esse texto faz parte do desafio “100 Coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam”, proposto pela Royal, do qual eu estou participando ao longo de 20 semanas. Também estão participando os blogs @pontecialtweet @avidaquer @blogcoisademae @dica_de_mae e @cozinhapequena

terça-feira, 17 de julho de 2012

Arrumei uma concorrente

Eu escuto de longe um "mamãaaaaaaeee" todo manhoso vindo da Rafaela e já vou em direção à sala para ver qual é a questão do momento: a chupeta, ou uma briga com a irmã, ou uma tentativa frustrada de subir na cadeira. Entro na sala e vejo as duas brincando normalmente. Pergunto por que me chamaram e elas respondem que não me chamaram.Como assim, será que estou ficando louca? Saio dali sem entender. Daqui a pouco escuto o mesmo "mamãaaae", talvez num tom um pouco mais baixo. Volto para a sala de novo e pego a cena: as duas estavam brincando de mamãe e filhinha e a Rafaela, que ainda nem fez dois anos, estava brincando como se tivesse três ou quatro. Falava como bebê (o que ela ainda é, mas era fingido) e pedia colo para a Luísa, que dava par ela uma mamadeira imaginária e trocava as fraldas. Fiquei observando de longe a brincadeira das duas que durou um tempão. E só me dando conta de como elas estão crescendo. E de como é bacana elas terem uma à outra. Mas o lance mesmo é que eu arrumei uma concorrente. Vira e mexe a Rafaela agora chama a Luísa de mamãe e pede o colinho dela.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O monstro da meia


Meu pai adorava aterrorizar a gente quando éramos crianças.  Aliás, acho que todo pai gosta disso, né? Nós morávamos em uma chácara no interior e, em tempos de chuva, era muito comum acabar a energia elétrica no bairro. Passávamos horas somente à base de velas, ouvindo o barulho das árvores balançando com a ventania.

E, numa hora dessas, com três filhos no escuro, tem que rolar a criatividade. Uma das brincadeiras preferidas nesses dias era a do Monstro da Meia, protagonizada pelo meu pai. Eu e meus irmãos ficávamos no escuro com a minha mãe na cama dela, enquanto meu pai sumia. De repente, ele aparecia com uma vela na mão e uma meia-calça na cabeça, com o rosto todo deformado. Era uma história de terror das mais horripilantes e nós gritávamos feito loucos. Ele ficava muito feio! Acho que até a minha mãe ficava com medo. Ele mudava a voz e falava que iria nos pegar. A gente se contorcia e, só depois de muita gritaria, ele tirava a máscara do rosto e revelava sua real identidade.

Esta semana, o desafio da Royal era transformar uma história dos avós em conto de fadas. Adorei a ideia, mas em vez de resgatar uma história mais romântica, resolvi apresentar para as meninas o famoso Monstro da Meia. Meu pai faleceu antes das duas nascerem, então relembrar histórias como essa fazem com que ele, de alguma forma, esteja presente na vida delas.

As meninas olhando fotos do avô

Como a Rafaela estava junto e ainda é muito pequena, pegamos um pouco mais leve do que o monstro do meu pai. O nosso monstro da meia apareceu de manhã, com o quarto iluminado. Queria que, nesta primeira vez, as duas tivessem certeza que o monstro era o pai delas. A farra foi tão grande com a entrada do Monstro da Meia no quarto (nós três ficamos na cama agarradas e cobertas enquanto o monstro tentava pegar a gente), que depois todo mundo quis se transformar também.  E passamos a competir para ver quem era o Monstro da Meia mais feio. Só a Rafaela que não se transformou, porque para ela ainda é muito incômodo colocar a meia-calça no rosto.

Como fazer: pegue uma meia-calça velha, de preferência cor da pele, e vista na cabeça pela parte da cintura. Dá para respirar normalmente, não há nenhum perigo. Quanto mais você repuxar a meia, mais ela vai deformar o rosto. E, a partir daí, crie a sua própria história de terror! E eu garanto: no escuro dá medo mesmo!

*#Desafio 8 - Esse texto faz parte do desafio “100 Coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam”, proposto pela Royal, do qual eu estou participando ao longo de 20 semanas. Também estão participando os blogs @pontecialtweet @avidaquer @blogcoisademae @dica_de_mae e @cozinhapequena

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Melhor que terapia

Está enlouquecida? Está estressada? Seus filhos estão te deixando louca? Não sabe se limpa a meleca do nariz de um ou se acode o outro gritando que terminou o cocô? Não sabe se começa a passar a pilha de roupas ou se sai pra comprar calcinhas novas?
Então para tudo, senta em frente ao computador e vai ler o blog mais engraçado do mundo: Te Dou Um Dado.  Mas senta e lê mesmo. Vai mudando de uma página pra outra, revendo posts antigos e tudo mais.
É a bobagem na sua maior essência, é a melhor sátira do submundo trash das subcelebridades.
Mas fica a advertência: aquilo vicia. 
Recomendo para todo mundo que tá precisando dar uma desopilada.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Família reunida comendo fruta no pé

Se tem uma coisa que eu e meu marido sentimos falta é de estarmos mais próximos das nossas famílias.  A minha vive no interior de São Paulo, a dele no Rio. Adoramos casa cheia, mas infelizmente são poucas vezes no ano que conseguimos fazer aquela bagunça familiar que tanto adoramos reunindo todo mundo.  Por esse motivo, inclusive, o Natal se tornou uma data ainda mais especial pra nós – é quando, desde que nos casamos, recebemos os familiares todos na nossa casa.

 Aproveitamos então o desafio da semana, que era organizar um encontro em família, para fazer uma bagunça com a turma do interior. Foi a chance de conhecermos o sítio do meu cunhado, que ainda não havíamos estreado.

Arrumamos as tralhas todas e pegamos a estrada rumo a Sorocaba para passar o dia. As crianças ficam excitadíssimas nesses encontros, porque além da oportunidade de um passeio bacana, elas são doidas pela minha mãe (meu pai é falecido) e pelo primo, dois anos mais velho que a Luísa.

E, vamos combinar, para quem mora em prédio em uma cidade como São Paulo, passar o dia em um sítio é um presente.  As crianças se soltam, se sujam, correm, se divertem como se não houvesse amanhã.


Mas, desta vez, fizemos um programa inusitado. Parênteses: vale resgatar uma parte da minha história lá no passado. Eu passei minha infância morando em uma chácara, e o pomar que tínhamos lá é uma das fortes lembranças que tenho daquela casa. Manga, fruta do conde, goiaba, pitanga, nêspera, limão... Quanta fruta do conde eu comi em cima da própria árvore! Agora, voltando ao presente, pude neste dia remeter as meninas um pouco àquela minha infância. Depois do almoço, fomos todos ao pomar apanhar mexericas (tangerinas) que transbordavam das árvores.

Luísa já tinha comido fruta no pé, mas nunca tinha ido a um pomar grande como aquele – e a Rafaela muito menos. Aquele foi um momento tão gostoso, tão simples, que valeu o dia. A família toda comendo fruta ali debaixo das mexeriqueiras. E os adultos podendo relembrar com as crianças o quanto esses momentos eram especiais também na nossa infância. Ai, como eu lembro de me acabar de comer jabuticaba sentada debaixo da jabuticabeira do sítio do meu avô...


*#Desafio 7 - Esse texto faz parte do desafio “100 Coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam”, proposto pela Royal, do qual eu estou participando ao longo de 20 semanas. Também estão participando os blogs @pontecialtweet @avidaquer @blogcoisademae @dica_de_mae e @cozinhapequena

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Caramba, 1000 seguidores

1000 seguidores.

1000 pessoas que em algum dia deram um clique espontâneo aqui na minha página, de certa forma querendo dizer que gostaram do blog e que gostariam de acompanhá-lo.

MIL, gente, MIL.

É gente pra caramba. É um número que eu nunca imaginei alcançar.

Especialmente para quem criou um blog da forma mais despretensiosa do mundo, quatro anos atrás, para dar dicas para as amigas grávidas, sem sequer saber que existia uma tal de "blogosfera materna", que eu demorei seis meses para descobrir.

Sim, naquele tempo os blogs maternos eram poucos e não estampavam nas páginas das revistas. Esse movimento surgiu um bom tempo depois. E eu, que achava que tinha alguma coisa para ensinar quando criei o blog, descobri com a blogosfera materna que eu tinha muuuuuito, mas muuuuuito mais a aprender do que a ensinar.

Esses 1000 seguidores chegaram aqui naturalmente, aos poucos, de forma orgânica. E, nesses quatro anos, apenas uma pessoa deixou um comentário rude por aqui. Sou privilegiada e grata por ser tão respeitada pelas minhas leitoras e leitores. Recebo comentários muitas vezes melhores do que o próprio post. Gente inteligente que passa por aqui, gente querida, gente que reflete, gente que vem só pra fazer um chamego nas meninas e deixar um beijo. Gente que veio me dar um abraço quando eu abri meu coração e expus minhas fragilidades. Gente que vibrou comigo com boas notícias. Gente que aproveitou minhas dicas e voltou aqui pra contar. Gente que mudou sua forma de pensar depois que leu algum post mais crítico que escrevi.

Muitas dessas pessoas eu tenho como uma família, como grandes amigas, como vizinhas de bairro. Mas tem muita gente que fica olhando de longe e não se manifesta.

A todos vocês, meu muito obrigada. E um pedido: comentem, se manifestem, não se sintam acuadas (os) em deixar seus comentários. Adoro saber quem está por aqui fuçando nas coisas que eu escrevo. Vocês é que são o combustível do Projetinho.

Um beijo enorme,

Roberta

terça-feira, 3 de julho de 2012

Minha mini cantora ataca novamente



Rafaela em sua homenagem ao Pena Branca, cantando a música Segredos do Rio do maravilhoso DVD Tempo de Brincar. Quem aguenta tanta fofura?

A tradução:

"Peixinho, peixinho, cuidado com o rio
ele tem segredos que você nem viu"

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Carta aberta ao CONAR


Duas recentes medidas do Conar referentes aos abusos da publicidade voltada para as crianças nos deixaram preocupados e ainda mais descrentes da atuação deste órgão com relação à proteção da infância.

 A primeira foi a decisão de sustar a campanha da Telessena de Páscoa por anunciar para o público infanto-juvenil um produto que só pode ser vendido para maiores de 16 anos (de acordo com regulamentação da SUSEP). A segunda foi a advertência dada pelo Conar à Ambev, com relação ao ovo de páscoa de cerveja da Skol.

 Ambas atitudes do Conar seriam dignas de aplausos - se tivessem sido tomadas quando as campanhas publicitárias estavam no ar, na Páscoa, em março. Mas o Conar só agiu em junho, quando as campanhas já não eram mais veiculadas.

Com isso, não houve nenhum impedimento para que a mensagem indevida da Telessena atingisse impunemente milhões de brasileirinhos e que a Ambev promovesse bebida alcoólica através de um produto de forte apelo às crianças. A advertência à Skol é ainda mais ineficaz, pois não impede que no próximo ano, produto semelhante seja oferecido.

 O Movimento Infância Livre de Consumismo vê nessas decisões a comprovação de que o atual sistema de autorregulamentação praticado pelo mercado publicitário brasileiro é lento, omisso e ineficiente. Fato ainda mais grave quando se trata da defesa do público infantil.

 Por isso, exigimos que a publicidade infantil sofra um controle externo como todas as atividades empresariais. Reiteramos nossa postura de que, sem leis e punição, jamais teremos uma publicidade infantil mais ética.


Nós, mães e pais, exigimos respeito à infância dos nossos filhos e solicitamos que estas duas atuações não constem dos autos do Conar como casos de sucesso. Contabilizar pareceres dados depois que as campanhas saíram do ar, como exemplo da firme atuação do Conar, é propaganda enganosa. E isso contraria o tal Código de Autorregulamentação que os publicitários insistem em tentar nos convencer que funciona.



(Este texto faz parte de uma blogagem coletiva proposta pelo Movimento Infância Livre de Consumismo juntamente com blogs parceiros. Este movimento é composto por pais e mães que desejam uma regulamentação séria e eficiente da publicidade voltada para crianças. Para saber mais acesse:http://www.infancialivredeconsumismo.com.br)